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Alta de preços de materiais faz índice de custo da construção subir 0,65%

Rio de Janeiro - O prefeito Eduardo Paes visita o canteiro de obras do Museu do Amanhã, em construção no Pier Mauá, zona portuária do Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) apresentou alta de 0,65% em abril, ultrapassando em quase duas vezes a variação registrada no mês anterior (0,36%). Nos últimos 12 meses, o índice subiu 6,94% e desde o começo do ano, 2,23%.

Construir em abril ficou mais caro, principalmente, por causa dos preços dos materiais, equipamentos e serviços, com elevação média de 0,95%, mais do que o dobro do índice de março (0,41%). A pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) refere-se aos preços coletados entre os dias 21 de março e 20 de abril.

Em relação à mão de obra, o índice passou de 0,31% para 0,38% sob influência, principalmente, do reajuste salarial em Salvador, onde o índice saltou de 1,82% para 2,68%. Além da capital baiana, ocorreram avanços do custo da construção em Belo Horizonte (de 0,25% para 0,46%), Rio de Janeiro (de 0,16% para 0,34%) e São Paulo (de 0,06% para 0,50%).

Nas três capitais restantes, diminuiu a intensidade de alta: Brasília (de 0,40% para 0,29%), Recife (de 0,33% para 0,28%) e Porto Alegre (de 0,54% para 0,52%).

Os itens que mais influenciaram a alta foram cimento comum (4,06%), ajudante especializado (0,35%), condutores elétricos (5,07%), elevador (1,07%) e tubos e conexões de ferro e aço (1,96%). Os itens que evitaram que o avanço fosse maior foram materiais elétricos (-0,49%), taxas de serviço e licenciamentos, que ficaram estáveis; vale transporte (0,04%); placas cerâmica para revestimento (0,06%) e massa corrida para madeira (0,71%).

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